
Apesar do valor parecer muito, certo é que não é suficiente para cobrir todas as acções relacionadas com a gestão e manutenção das estradas em todo o país.
O Instituto de Estradas, através do Fundo Rodoviário, arrecadou em 2011, quase trezentos mil contos, resultantes da cobrança dos sete escudos por litro de combustível consumido por viaturas que circulam pelo País.
Apesar do valor parecer muito, certo é que não é suficiente para cobrir todas as acções relacionadas com a gestão e manutenção das estradas em todo o país.
De acordo com o presidente, Helder Araújo, em entrevista á Rádio de Cabo Verde, a instituição que dirige pretende para este ano, alargar a sua intervenção e para isso, quer ter mais disponibilidade financeira.
Até agora, os contratos celebrados com empresas de construção e fiscalização, as Intervenções do Instituto de Estradas contemplam as ilhas de Santiago, Santo Antão, Fogo e São Nicolau.
Os contratos de empreitada em vigor terminam em Outubro. A partir daí, é provável que as acções sejam alargadas á outras ilhas. Mas, para isso, segundo Araújo, é fundamental que haja um aumento das verbas para a manutenção das estradas.
A par da necessidade de aumentar as verbas, para este ano, o Instituto de Estradas pretende reforçar a divulgação dos preceitos dos estatutos das estradas nacionais para, de entre outros objectivos, impedir intervenções desajustadas por parte de terceiros e por isso a fiscalização dever ser mais apertada.

